Experience On / Mundo dos Dados

Em Cannes, a Meta mostrou seus planos para o metaverso

por Elcio Santos - 28/07/2022

Já faz oito meses desde que o Facebook mudou de nome para Meta e está cada vez mais claro que ninguém será teleportado magicamente para o metaverso.

Não haverá uma espécie de “beam um, Scotty” – ou talvez devêssemos dizer “Zuck”.

Em vez disso, a entrada no metaverso será uma transição gradual, cujo ritmo será impulsionado em grande parte pelos consumidores, não pelos anunciantes.

Ainda assim, o metaverso pode fornecer terrenos férteis para dólares de anúncios digitais, e a Meta permanece fixada nessas receitas.

No recente Festival de Cannes, a empresa foi all-in no metaverso, com uma enorme instalação à beira-mar completa com uma experiência Horizon Worlds, um Reels Super Studio interativo, bem como várias outras experiências educacionais e imersivas de realidade virtual (VR).

O mercado global de headsets VR teve um crescimento de 241,6% no primeiro trimestre deste ano, com a Meta possuindo 90% do mercado com seus headsets Quest.

Mas, se o hardware é a chave para a adoção do metaverso, o software é a chave para a retenção.

Isso torna necessário para qualquer empresa ter headsets acessíveis, mas principalmente desenvolver novos e atraentes casos de uso.

Um memorando do diretor de produtos da Meta, Chris Cox, divulgado pela Reuters, sugere que a Meta se concentrará no que funciona, como um novo recurso do Instagram que converte automaticamente uploads de vídeo em bobinas, e menos em projetos de longo prazo, como suas ambições de metaverso.

Fonte: eMarketer InsiderIntelligence

 

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