Experience On / Big Data

Sem análise, o Big Data pode ficar pequenininho assim, ó

por Elcio Santos - 31/05/2020

Se você não estava vivendo em uma caverna pelos últimos 20 anos, tem esbarrado por aí o tempo todo na expressão Big Data.

E muita gente já tentou lhe convencer de que se tratava de uma espécie de salvação da lavoura.

Bem, vamos contar um segredo: não é.

De uma forma bem simplificada, Big Data refere-se ao fato de que os avanços tecnológicos permitiram que tivéssemos a capacidade de coletar e armazenar o volume imenso de dados que é produzido hoje em uma velocidade imensa e que nos chega em uma imensa variedade de formatos.

Ou seja, Big Data oferece todos os ingredientes para fazer um bolo fantástico.

Mas, no final, podemos morrer de fome, porque não sabemos usar o fermento.

E sem fermento, você sabe perfeitamente de tanto assistir Masterchef, a mistura não reage e o bolo sai do forno intragável.

Esse “fermento” chama-se Data Analytics, que é a capacidade de organizar e analisar esses dados para extrair informações e construir os insights necessários para fazermos nossos negócios prosperarem.

Ou seja, sem desenvolver o que chamamos aqui na Always On de Customer Data Insights, não é possível assar aquele bolo delicioso com que sonhamos, não é possível criar valor.

Quem explicou isso recentemente foi o pesquisador Steve Sonka, da Universidade de Illinois.

Especialista em produtividade na agricultura, Sonka disse que é fácil se encantar com a dimensão e o volume de dados gerados, mas sem um processo adequado de Data Analytics, ou seja, apenas com o que se chama Big Data, a colheita de valor não será muito valiosa.

É uma questão de eficiência versus eficácia.

O Big Data consegue geralmente até com facilidade gerar ganhos de eficiência.

Sonka usa como exemplo em sua área a inclusão de ferramentas como GPS e piloto automático.

Elas permitiram evitar a sobreposição das lavouras e reduzir o consumo de combustível.

Mas sem uma análise robusta dos dados, alerta ele, não é possível ganhos de eficácia.

No exemplo dele, não necessariamente são produzidos ganhos que cheguem à cadeia alimentar.

Nesse cenário, apenas com a análise dos dados usada para empreender avanços na coordenação de negócios que se consegue reduzir o desperdício em todo o sistema.

E a sua empresa, como está a relação dela com o Big Data?

Já analisou como garantir que os ganhos de eficiência também se reflitam em ganhos de eficácia?

Está pronta para verdadeiramente — e de forma descomplicada — criar valor?

Agende uma conversa com um especialista da AlwaysOn.

Podemos lhe ajudar a descomplicar o Big Data — entre outras coisas.

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