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Métodos de Pagamentos Alternativos: quais são as possibilidades?

por Elcio Santos - 11/04/2023

“Dinheiro ou cartão?” Essas palavras familiares provavelmente foram pronunciadas em lojas e restaurantes bilhões de vezes nos últimos 50 anos.

Mas atualmente a pergunta pode incluir outras opções, os caixas podem perguntar: “Dinheiro, cartão, Apple Pay, Google Pay, Venmo. PayPal?”

Em alguns varejistas mais avançados o cliente pode até ouvir a sugestão de usar um serviço BNPL (“compre agora, pague depois’).

Oferecido por marcas como Affirm, Afterpay e Klarna. E até mesmo criptomoedas, pois há quem aceite bitcoin, Ethereum, Tether…”

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Nos últimos anos, métodos alternativos de pagamento ganharam popularidade tanto com os consumidores quanto com os varejistas

Em 2021, as cinco maiores empresas de BNPL (Affirm, Afterpay, Klarna, PayPal e Zip) movimentaram US$ 24 bilhões em compras feitas por mais de 180 milhões de consumidores.

Um aumento de dez vezes em relação a 2019, de acordo com o Consumer Financial Protection Bureau.

Enquanto isso, o Apple Pay e outras carteiras digitais ganharam ampla aceitação entre os varejistas, enquanto muitos aceitam o PayPal.

E o Venmo – originalmente destinado a pagamentos “peer to peer” entre indivíduos – agora é aceito pela CVS, Abercrombie & Fitch, Uber Eats, Hulu e Foot Locker, entre outros.

Além disso, a criptomoeda está caminhando lentamente em direção à aceitação. Grandes marcas que atualmente aceitam criptomoedas incluem Chipotle, Regal Cinemas, Whole Foods Market, Baskin-Robbins e GameStop.

E o Subway está experimentando aceitar bitcoin em três de seus restaurantes em Berlim.

No entanto, os pagamentos alternativos representam apenas uma pequena porcentagem das transações e não representam uma ameaça ao domínio dos cartões de crédito e débito no mercado de pagamentos.

De acordo com o Federal Reserve, 76% das compras pessoais foram feitas com cartões de crédito ou débito em 2021, enquanto 19% foram feitas com dinheiro.

As carteiras digitais representaram apenas 2,6% dos pagamentos com cartão – não os pagamentos gerais – em 2020, de acordo com o Fed.

E no Brasil? Bem, por aqui, o PIX avança a ponto de não poder ser mais considerado um pagamento alternativo.

Segundo a CNDL – Confederação Nacional dos Diretores Lojistas, o sistema já é o segundo mais utilizado durante as compras, praticamente empatado com dinheiro.

Fonte: National Retail Federation

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